
Nossas variedades foram selecionadas para as condições climáticas e de solo das principais regiões leiteiras do Brasil.
O Brasil possui o maior rebanho comercial bovino do mundo com 240 milhões de cabeças, superando até mesmo a Índia em termos comerciais. A produção leiteira alcança 35.4 bilhões de litros anuais, tornando o Brasil o terceiro maior produtor de leite do mundo.
A pecuária brasileira contribui com aproximadamente 8% do PIB nacional e emprega mais de 7 milhões de pessoas diretamente. As principais raças leiteiras incluem Holandesa, Jersey, Girolando e Gir Leiteiro, com destaque para o sul e sudeste do país.
Apesar de sua potência pecuária, o Brasil ainda utiliza pouca alfafa em comparação com países como Argentina e Estados Unidos. Há uma enorme oportunidade de crescimento na adoção da alfafa como forragem premium, especialmente nas bacias leiteiras do Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e São Paulo.
O Brasil possui dimensões continentais com condições diversas para pecuária. Estes são os principais estados onde a alfafa oferece maior potencial de impacto:
Estado do extremo sul com clima temperado subtropical, ideal para alfafa. Forte tradição leiteira e cooperativismo.
Segunda maior bacia leiteira do Brasil. Cooperativas fortes como Castrolanda, Frísia e Capal.
Maior produtor de leite do Brasil com tradição secular. Regiões do Triângulo Mineiro e Sul de Minas.
Estado com pecuária leiteira altamente tecnificada. Maior mercado consumidor do país.
Pecuária leiteira cooperativista no oeste catarinense. Clima favorável à alfafa.
Estado do cerrado com pecuária de corte e leite em rápida expansão e modernização.
Grande estado pecuário com foco em corte mas com bacia leiteira em crescimento.
Maior rebanho do Nordeste. Pecuária em modernização com crescente interesse em forragem de qualidade.
Maior rebanho bovino do Brasil, predominantemente de corte. Fronteira agrícola em expansão.
Pecuária leiteira intensiva na região serrana com clima ameno e altitude favorável.
| Especificações de Sementes de Alfafa para o Brasil | Ficha Técnica Completa |
|---|---|
| Pureza | ≥ 99.5% |
| Germinação | ≥ 85% |
| Teor de Umidade | ≤ 12% |
| Matéria Inerte | ≤ 0.3% |
| Sementes de Plantas Daninhas | ≤ 0.2% |
| Peso de 1000 Sementes | 1.8 – 2.2 g |
| Taxa de Semeadura | 20 – 25 kg/ha |
| Proteína da Forragem | 18 – 22% |
| Rendimento Potencial | 10 – 18 t MS/ha/ano |
| Vida Útil da Cultura | 3 – 6 anos |
Análise de solo obrigatória. A alfafa exige pH entre 6.5-7.0; nos solos ácidos do cerrado e sul, aplicar calcário dolomítico 90-120 dias antes do plantio (2-6 t/ha conforme análise). Adubação com fósforo é crítica: 80-120 kg P₂O₅/ha. Preparo profundo a 30-40 cm.
Época ideal: outono (março-abril) no sul; início das chuvas em outras regiões. Densidade: 20-25 kg/ha. Profundidade: 1-2 cm máximo. Inoculação obrigatória com Ensifer meliloti (Sinorhizobium meliloti). Compactação leve do solo após semeadura.
Primeiro corte: 60-80 dias. Cortes subsequentes: 28-35 dias na primavera/verão, 35-45 dias no outono/inverno. Cortar ao início da floração (10%). Altura de corte: 5-7 cm. No sul, a alfafa apresenta semi-dormência no inverno com menor crescimento.
Essencial nas regiões de cerrado e durante o inverno seco do sudeste. Irrigação por aspersão ou gotejamento. Lâmina de 5-8 mm a cada 3-5 dias conforme evapotranspiração. Evitar encharcamento que favorece doenças radiculares.
Sim, especialmente no sul (RS, PR, SC) e em regiões de altitude de MG e SP. O clima subtropical é ideal para alfafa. Em regiões mais quentes, variedades não-dormantes com irrigação apresentam bom desempenho.
É necessário Autorização de Importação do MAPA/VIGIAGRO, certificado fitossanitário do país de origem, laudo de análise de sementes (pureza e germinação) e tratamento de sementes. A Kohenoor fornece toda documentação necessária conforme a IN 06/2005.
No RS, com bom manejo, a alfafa produz 10-15 toneladas de matéria seca por hectárea por ano, com 5-7 cortes. Na região de Castro (PR), referência nacional, produtividades de até 18 t MS/ha/ano são alcançadas.
Sim, mas requer correção intensa do solo: calagem (4-6 t/ha), adubação fosfatada e irrigação. A alfafa não tolera solos ácidos (pH < 6.0) nem alumínio tóxico. Com as correções adequadas, é viável e produtiva.
A alfafa tem quase o dobro de proteína (18-22% vs 10-13%) e maior digestibilidade que o Tifton. O ideal é usar ambas: alfafa como fonte proteica principal e Tifton como base volumosa, reduzindo drasticamente a necessidade de concentrados.
O pedido mínimo é de 1 tonelada métrica. O envio de Karachi para Santos ou Paranaguá leva 28-32 dias. Oferecemos condições FOB e CIF com seguro marítimo opcional.